17 Sinais de que você nunca terá dinheiro

O mestre em psicologia pela USP e autor dos livros “O Poodle de Schopenhauer” e “Trabalho: Propósito, Impacto e Realização” (a ser lançado em breve), relaciona 17 importantes sinais que você precisamos estar atentos para saber se não está na lista dos que nunca terão dinheiro. Confira:

Esse é um dos principais. Você trabalha, recebe uma grana e usa essa grana para viver. Todo mês. O problema é que virou

1. Sua única fonte de renda é seu salário ou o que você ganha como profissional autônomo.

Não se acostume a ter apenas uma renda, principalmente se você gasta tudo ou quase tudo antes de acabar o mês.

2. Você acha que empreender ou investir dinheiro são algo arriscado.

O mais arriscado é seguir dependendo de emprego em um mundo que está mudando completamente. No fundo, o que é arriscado não é empreender ou investir, mas fazer um ou outro sem conhecimento e planejamento suficientes.

3. Você caiu no conto da felicidade pelo consumo.

Criou o hábito de trocar dinheiro por bem-estar? Ora, de que adianta ter grana se não for para gastar? Se você pensa aaim, está no caminho seguro para a ruína financeira.

4. Você está atolado(a) em dívidas.

Esse eu nem preciso comentar.

5. Você gasta tudo o que ganha.

Qualquer renda extra é gasto em um restaurante, roupa ou carro novo? Vixi!

6. Você confunde ricos de verdade com novos ricos.

Novos ricos são ex-classe média deslumbrados com dinheiro. Ricos de verdade são discretos, preferem a sobriedade à ostentação.

7. Você se enche de bens que obrigam você a trabalhar cada vez mais – para sustentá-los.

No Oriente, dizem que não é você que possui seus bens; são eles que possuem você.

8. Você não tem familiaridade com a dinâmica dos juros compostos e dos ativos financeiros.

Não, isso não é coisa de economista. É algo que todos nós deveríamos aprender na escola: Seu dinheiro precisa estar a serviço do tipo de vida que você quer viver, e não o contrário: uma vida toda engessada por tudo o que você faz para ganhar dinheiro.

9. Você troca tempo por dinheiro.

Tempo é seu ativo mais escasso. Tem um limite de quanto você consegue trabalhar. Trabalhar demais deixa você exausto, doente, ou pode até te matar. E se isso acontece, você perde dinheiro.

10. Você não dedica seu tempo, seus recursos e seus talentos para administrar seu patrimônio e gerar múltiplas fontes de renda.

Não tem milagre. Entre uma viagem de cruzeiro (passivo) e investir em um pequeno imóvel para você alugar e completar seu orçamento mensal (ativo), por exemplo, o que lhe parece mais atraente?

11. Você acha a gerente do banco simpática.

Não, não, não. Ela é representante de uma instituição que vai te sugar até a medula se você deixar.

12. Você não investe em si mesmo(a).

Ler e estudar é muito chato. É verdade. O problema é que a alternativa – a ignorância – é muito pior. A ignorância te faz dependente do salário, do patrão, do gerente do banco, do cliente, do professor, do político, do mercado, da crise…

13. Você vive uma vida de manada.

Tem medo de fazer diferente de todo mundo mas não faz planejamento e compra tudo de última hora ou porque os outros fazem assim.

14. Você bota a culpa no Petê.

Ou no Temer. Ou no Trump. É gostoso, porque aí você vira uma pobre vítima das circunstâncias.

15. Você acredita que quem é rico deu sorte na vida, é fútil, materialista ou desonesto.

Afinal, se você acredita mesmo que ricos são pessoas más ou superficiais, cercadas de bajuladores. Se acredita, porque você quer para você? Então melhor mudar seus conceitos.

16. Você acredita que dinheiro é sujo.

Dinheiro é uma energia de troca e materialização, que organiza relações. Então, ainda que a falta ou o excesso de dinheiro possa corromper, o dinheiro, em si, não é nem sujo nem limpo. A sujeira, neste caso, está nos olhos de quem vê.

17. Você ainda não se deu conta de que o mercado de trabalho vai mudar mais nos próximos 10 anos do que mudou nos últimos séculos.

Em um cenário de inteligência artificial, machine learning e automatização exponenciais, empregos deverão desaparecer. A realidade emergente convida cada um de nós a se reinventar. Então, uma boa forma de se condenar a viver sem grana é fechar os olhos e continuar fazendo as coisas como você sempre fez.

Veja o texto completo, postado no Linkedin, aqui.

 

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